quarta-feira, 18 de abril de 2018

3 minutos para sair do sedentarismo

Ao todo, são três minutos para que as pessoas saiam do sedentarismo , consigam fazer os exercícios em qualquer ambiente da casa e ainda deem um choque no metabolismo, fazendo com que ele possa funcionar em até 48h. “Respeite seus limites. Comece devagar até conseguir ter mais condicionamento físico”, completa Possebon, criador do programa Q48, que tem como base o HIIT (Treino intervalado de alta intensidade). 
O preparador explica que os três exercícios escolhidos – agachamento, polichinelo e froggue - não têm impacto e não irão prejudicar as articulações. “Apesar disso, é importante passar por um médico e ter a liberação dele”, completa.
Já para as pessoas que praticavam atividades físicas mas pararam por alguma razão, o processo para se adaptar novamente aos treinos é mais rápido. “Entretanto, a dinâmica é muito parecida com quem é sedentário e nunca praticou uma atividade física”, salienta.
Esses exercícios devem ser feitos durante 15 segundos e repetidos quatro vezes. Veja como executar o treino e sair do sedentarismo:

 Agachamento: 15 segundos

Agachamento: Com as pernas levemente afastadas, basta flexionar os joelhos até a metade e subir em seguida. É importante lembrar de sempre jogar o quadril para trás, para não forçar o joelho. “Se tiver dificuldade para agachar 90º, pode começar com 45º”, exemplifica Possebon.

Polichinelo – 15 segundos 

Ponha os braços dos lados do corpo e alinhe os pés aos joelhos.  Em seguida, pule com as pernas para as laterais e, ao mesmo tempo, estenda os braços em cima da cabeça. Volte para a posição inicial.

Froggue – 15 segundos 

Em posição de prancha, leve uma perna em direção ao braço, fazendo o joelho passar um pouco à frente do cotovelo, enquanto a outra se estica. Alterne as pernas, fazendo um movimento parecido com o de um sapo. “Neste caso, deixe o abdômen bem contraído para que o quadril não desça”, orienta. 
Para conhecer mais treinos do colunista do  Delas e sair do sedentarismo , clique aqui .

    Em tempos de vazamentos, redobre o cuidado com seus dados

    Vazamento de dados: não baixe aplicativos que estão dentro de redes sociais e que pedem acesso à sua localização ou à sua galeria de fotos (Foto: By Mueller / MSC, CC BY 3.0 de, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=30975746)


    Será que o escândalo do 
    vazamento de dados de mais de 87 milhões de usuários do Facebook acabou com a diversão na internet e nas redes sociais? Claro que não e, se não quiser aderir ao movimento para abandonar a plataforma de Mark Zuckerberg, o que você deve fazer é redobrar o cuidado. Em primeiro lugar, poderá baixar suas informações armazenadas no Facebook e checar que medidas de segurança estão em vigor para que terceiros não façam download dos dados. Aproveite e repita o mesmo processo na sua conta do Google – inclua Gmail, Google Maps, YouTube. A lista de arquivos contendo seu rastro digital pode ser grande, mas é a chance de deletar o que acha que não deve ficar à disposição de terceiros.


    jornal “The Guardian” chegou a chamar atenção para gadgets inteligentes e conectados que acumulam informações dos usuários. São objetos como torradeiras que personalizam sua torrada e acionam seu telefone quando estão prontas; ou garfos com conexão bluetooth que vibram se você estiver comendo muito rápido – além de caros, são dispensáveis e geram dados sobre a pessoa para as empresas por trás dos aplicativos.Há mais providências a serem tomadas, como deletar contas de e-mail que estão inativas, mas com seu cadastro completo. Fuja do risco desnecessário de baixar aplicativos que estão dentro de redes sociais: aqueles que pedem acesso à sua localização ou à sua galeria de fotos. Ou de entrar em brincadeiras aparentemente inocentes, do tipo: “com que atriz de Hollywood você se parece?”. Sobre as senhas, sempre é bom repetir: nunca use datas óbvias, como a do seu nascimento. O mais seguro é optar por letras, números e caracteres combinados (como P@uloX78@) ou usar frases inteiras, mais difíceis de serem descobertas. Este blog já publicou coluna sobre o guia de segurança na internet para quem passou dos 60. "É uma boa oportunidade para fazer uma revisão completa nas permissões dadas aos aplicativos usados nos smartphones", alerta a jornalista Cristina De Luca, editora de publicações especializadas há mais de 30 anos. "Como não é muito simples, convém pedir ajuda de pessoas próximas que dominem as tecnologias digitais".


    O uso de smartphones e da internet pode se tornar um vício em qualquer idade, mas há maneiras de se precaver: quando o vídeo que escolheu acabar, não espere passivamente pelo próximo e o seguinte... Seja mais seletivo em relação a notificações, eliminando alertas para joguinhos ou notícias bizarras (e muitas vezes falsas). Se sentir que não consegue se afastar das redes sociais, crie um dia na semana para “detox” e fique longe da tentação.Quando Zuckerberg depôs no Senado, na terça-feira passada, houve críticas à falta de preparo de alguns congressistas, que pareciam desconhecer informações elementares sobre o mundo digital. Não se justifica que senadores não tenham feito a lição de casa para questionar o criador do Facebook, ainda mais com assessores para auxiliá-los. Isso gerou comentários nas próprias redes sociais, com observações irônicas sobre a idade avançada dos políticos – na verdade, manifestações de preconceito contra os idosos. Idade rima com mundo digital, sim.


    https://g1.globo.com/bemestar/blog/longevidade-modo-de-usar/post/2018/04/15/em-tempos-de-vazamentos-redobre-o-cuidado-com-seus-dados.ghtml

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